O seminário que vai separar o médico que "trata TDAH" do médico que entende o cérebro, personaliza o tratamento e para de adivinhar a dose.
Você terminou a faculdade. Fez residência. Talvez pós-graduação. Sabe diagnosticar TDAH, conhece os critérios do DSM-5, sabe que o metilfenidato existe.
Mas quando a criança volta na consulta com taquicardia, irritabilidade intensa e choro descontrolado depois de 5 dias de medicação você sabe exatamente porquê isso aconteceu? E o que fazer?
Ou quando você prescreve risperidona numa criança com autismo e ela desenvolve rigidez muscular severa, sialorreia e hipotonia em dose que deveria ser segura, você consegue explicar para os pais o que aconteceu? Você sabia que isso podia acontecer antes de acontecer?
A maioria dos médicos não sabe.
E não é culpa deles. É que a psicofarmacologia clínica profunda nunca foi ensinada direito.
O Médico A prescreve pela bula. Segue o protocolo padrão. Quando o paciente não responde bem, aumenta a dose. Quando vêm os efeitos adversos, suspende e começa outro medicamento. Tenta de novo. Orienta os pais a "dar tempo". Perde o paciente para outro especialista.
O Médico B entende que 75% dos psicofármacos são metabolizados pelas enzimas do citocromo P450, CYP3A4, CYP2C19 e CYP2D6. Sabe que uma criança com polimorfismo no CYP2D6 é um metabolizador lento e vai acumular risperidona no plasma mesmo em dose baixa.
Solicita o teste farmacogenético antes ou no momento certo, ajusta a dose com precisão, explica para a família com autoridade o que está acontecendo. Não perde o paciente. Vira referência.
A diferença entre os dois não é a graduação. É o que foi estudado depois.
Existem três abismos que separam o médico que prescreve do médico que transforma pacientes. Esse abismo está custando pacientes, reputação e dinheiro.
Existe um abismo entre saber que o metilfenidato aumenta dopamina e saber o que acontece nos circuitos específicos do córtex pré-frontal, do estriado ventral e do sistema límbico de cada paciente e como isso muda a sua decisão terapêutica.
Existe um abismo entre saber que há efeitos colaterais e saber prever, prevenir e explicar cada um deles antes que o pai ligue apavorado.
Existe um abismo entre tratar TDAH e tratar TDAH com TOD, com ansiedade, com dislexia, com TEA comórbido onde cada combinação exige raciocínio farmacológico diferente.
Você perde pacientes para quem domina. A família que sente insegurança na resposta do médico vai buscar outro especialista. E não volta.
Você cobra menos porque entrega menos certeza. Autoridade clínica real a que vem do conhecimento profundo, justifica honorários maiores sem qualquer desconforto.
Você passa consultas inteiras tentando acertar a dose no escuro. Sem entender metabolização, farmacogenética e interações, cada retorno é uma tentativa com custo emocional alto para a família e para você.
Você fica vulnerável quando o paciente complica. Rigidez muscular, efeitos extrapiramidais, síndrome serotoninérgica, quem não sabe o mecanismo não sabe a conduta.
Dr. Raphael RangelNessa live o Dr. Raphael vai entregar o que a maioria dos médicos nunca teve acesso de forma organizada, atualizada e aplicada.
QUERO MINHA VAGA →O que acontece no córtex pré-frontal, no circuito estriado e no sistema límbico de crianças com TDAH e TEA, e como isso explica cada decisão de prescrição.
Como as enzimas CYP3A4, CYP2C19 e CYP2D6 determinam se o seu paciente vai responder bem, mal ou ter uma reação adversa grave. Quando e por que solicitar o teste farmacogenético.
A criança com autismo que teve efeitos extrapiramidais graves em dose baixa de risperidona. O menino com TDAH que teve crise com metilfenidato. O que levou a isso, como foi identificado, o que foi feito.
Psicoestimulantes, não estimulantes, antipsicóticos típicos e atípicos, ISRSs, canabidiol, o cenário atual, as evidências reais, as indicações e os limites.
Como diagnosticar sobreposição de sintomas, qual medicamento escolher, como dosar em crianças e adolescentes.
O papel da farmacologia nesse contexto, quando usar, o que as evidências dizem e o que evitar.
A comunicação que retém o paciente, que gera confiança e que diferencia o médico que prescreve do médico que trata de verdade.
O que muda é o que acontece dentro da consulta e o quanto a família acredita que você sabe o que está fazendo.
Uma única consulta a mais por semana já paga esse conhecimento centenas de vezes.
Duas portas de entrada para a mesma live. Só uma vem com os materiais que ficam com você para sempre.
Residência médica em Neuropediatria pela Irmandade da Santa Casa São Paulo
Mestrado em neurociências pela Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP.
Especialista em transtornos do neurodesenvolvimento com foco no TDAH e Autismo.
Neurofisiologista clínica com foco em Eletroencefalografia, vídeo-eletroencefalograma e Epilepsia Infantil.
Escritor dos livros: Simplificando o TDAH, Manual do Tdah (Best Seller), IDENTIDADE, Co-autor do Best Seller Simplificando o Autismo, Co-autor do Tratado de Neurologia Infantil
Coordenador da pós-graduação do INA em TDAH
Mentor de médicos e terapeutas da saúde mental e educação.
"Não é um comprimido que trata o TDAH, o TEA e suas comorbidades. É o conhecimento."
— Dr. Raphael RangelNão haverá replay gratuito. Não haverá segunda chance nessa data. Os materiais de apoio estarão disponíveis apenas para quem garantir antes do início.
Cada semana que passa com lacunas na sua psicofarmacologia é mais uma semana de:
Pacientes que não voltam porque sentiram insegurança na consulta
Efeitos adversos que você não preveniu porque não sabia que eram previsíveis
Honorários abaixo do que o seu conhecimento poderia justificar
Casos complexos que você perde para quem estudou mais esse tema
O conhecimento que separa o médico que sobrevive do médico que é referência vai estar nessa live.
Você vai estar lá?
30 de maio. Uma vez. Ao vivo no Google Meet. Grátis para assistir.
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