Consultar o Neuropediatra pode fazer com que você
Quanto mais precoce o diagnóstico, mais possibilidades de intervenção e, com isso, melhores resultados no desenvolvimento do paciente.
Atraso no desenvolvimento da fala;
Falta de contato visual;
Uso repetitivo de palavras ou frases;
Pouco interesse em interação com outras crianças;
Balançar o corpo, bater as mãos (flapping) ou girar objetos;
Repetir rotinas e resistir fortemente a mudanças;
Hipersensibilidade a sons, luzes, cheiros ou texturas;
Rejeição a certos tipos de roupas, alimentos ou barulhos;
Dificuldade em entender emoções e expressões faciais;
Foco exagerado em um único tema ou objeto;
Se sua resposta for SIM para algumas dessas condições, está na hora de consultar um NEUROPEDIATRA.
Links importantes
A criança pode enfrentar uma série de desafios durante o seu desenvolvimento, que podem afetar sua capacidade de aprender e interagir com o mundo ao seu redor. Alguns dos problemas que a criança pode enfrentar incluem:
É importante destacar que, embora um diagnóstico precoce seja importante para evitar esses problemas, o tratamento também é fundamental. Com o tratamento adequado, a criança pode aprender a lidar com suas dificuldades e desenvolver estratégias para superá-las, melhorando significativamente sua qualidade de vida.
O autismo é um transtorno do desenvolvimento que afeta as habilidades das pessoas, especialmente quanto ao desenvolvimento da linguagem e das habilidades sociais. Os comportamentos não verbais, tais como o contato visual, expressões faciais e gestos, veem-se notavelmente afetados, bem como as formas de relacionamento com outras crianças e inclusive com adultos. Passos a seguir.
Hiperatividade, passividade e rejeição ao contato físico. Em determinados momentos, ele costuma ter uma conduta hiperativa, não fica quieto, move-se de um lado para o outro.
Ela não é consciente dos possíveis perigos. Atua com total falta de consciência frente a perigos que podem afetá-la de alguma maneira.
Se você suspeitar que seu filho pode tem algum desses sintomas, o primeiro passo é consultar um médico, como um neuropediatra ou psiquiatra infantil, para uma avaliação completa.
O diagnóstico do transtorno do espectro do autismo é clínico podendo e na grande maioria das vezes ser realizado na primeira consulta, desde que seja feito por um profissional capacitado e que tem experiência na área. É importante que essa criança seja avaliada quanto aos critérios estabelecidos pelo DSM-5, ( Manual estatístico dos transtornos mentais da Academia Americana de Psiquiatria), havendo então o preenchimento e a conclusão desse diagnóstico, essa criança deve receber o diagnóstico para que possa ser encaminhada para o início mais precoce possível do tratamento.
Transtorno infantil do neurodesenvolvimento caracterizado por comportamento desafiador e desobediente a figuras de autoridade, como os pais, avós, professores.
A causa do transtorno desafiador de oposição é desconhecida, mas provavelmente envolve uma combinação de fatores genéticos e ambientais.
Os sintomas geralmente começam antes de uma criança completar oito anos de idade. Eles incluem humor irritável, comportamento argumentativo e desafiador, agressividade e índole vingativa que duram mais de seis meses e causam problemas significativos em casa ou na escola. O tratamento envolve terapia individual e familiar e em algumas situações algumas medicações pode ser utilizadas em conjunto com as demais medidas.
Dor de cabeça em criança pode ser um sinal de alerta importante sobre algo que possa estar ocorrendo na sua cabeça (ou no seu cérebro). Dor de cabeça de início recente, recorrente, em crianças abaixo de 5 anos de idade devem ser prontamente avaliadas por um neuropediatra. A presença de dor de cabeça associada a qualquer outro sinal ou sintoma neurológico deve ser rapidamente investigada, como por exemplo, uma convulsão, queixas visuais.
Uma informação importante: menos de 2% das dores de cabeça em crianças são causadas por problemas oftalmológicos.
Acordar à noite com dor de cabeça pode ser um sinal importante.
“MEU FILHO NÃO DORME BEM”
Tempo insuficiente de sono pode deixar a criança cansada e irritada. A insônia comportamental é a forma mais comum de insônia na infância e ocorre em 10% a 30% das crianças pré-escolares. Consiste na dificuldade em adormecer e/ou manter o sono associado com determinadas atitudes da criança ou dos pais.
Na Medicina do Sono, classificamos a insônia infantil comportamental em dois tipos: distúrbio de associação e transtorno de falta de limites, podendo se apresentar como uma associação destes dois tipos. Sabemos que existem certas condições associadas com o início do sono que são necessárias para a criança adormecer e voltar a dormir após despertar durante a noite.
Qualquer que seja a causa da insônia na criança, o resultado será sempre o mesmo: haverá um impacto negativo no comportamento e nas suas funções, assim como também em seus cuidadores. Geralmente, uma criança com tempo insuficiente de sono apresenta cansaço e irritabilidade, podendo influenciar também na alimentação.
Vale lembrar que os problemas de sono da criança também atuam negativamente nos pais e cuidadores pois levam à privação de sono em adultos. Essa privação pode estar associada à falta de concentração no trabalho, acidentes no trânsito, sentimentos negativos e de frustração em relação à criança e até depressão.
O tratamento da insônia comportamental requer uma avaliação detalhada das causas e dos fatores predisponentes, sendo que as estratégias mais utilizadas são higiene de sono e terapia comportamental. A terapia comportamental apresenta resultados duradouros e na maioria das vezes efetivos, produzindo mudanças tanto na resistência de iniciar o sono, como nos despertares noturnos. Baseia-se em rotina, horário regular de dormir e adormecer de forma independente. Em alguns casos pode ser necessário um acompanhamento psicológico da criança e da família.
Higiene do sono para toda a família
• Manter horário de sono regular e apropriado;
• Evitar cafeína (chá, café, refrigerante);
• Evitar atividades físicas após o anoitecer;
• Manter ambiente calmo e pouco iluminado para conduzir ao sono;
• Evitar o uso de equipamentos eletrônicos (televisão, rádio, computador, tablet, celular);
• Estabelecer uma rotina da hora de ir para cama.
Copyrights © 2024 Dr. Raphael Rangel. Todos os direitos reservados